segunda-feira, outubro 25, 2010

The Beatles











Gostaria de ter dado um nome mais criativo para este post, mas como eu vou falar de The Beatles (e não só Beatles, já que Sir Paul sempre faz questão de corrigir quem esquece do “The”) não consegui resistir e coloquei esse nome mesmo. Mas não estou aqui para falar apenas do nome da banda que, diga-se de passagem, é uma mistura de beat (batida) com beetle (besouro), mas sim da música. Hoje, como não fazia há muito tempo, tive a chance de me trancar no meu quarto e ouvir disco após disco dos Fab Four.
Música é uma coisa muita louca, ela é capaz de te transportar para um tempo distante, ela te emociona, te impulsiona, te faz dormir e por aí vai. Não sei se isso acontece com todo mundo, mas uma simples música é capaz de mudar o meu humor. Outro dia eu estava preso no trânsito a beira de um verdadeiro ataque de nervos, quando de repente tocou “Sexual Healing” do Marvin Gaye, que é uma música que eu gosto bastante por achar a letra muito engraçada, e eu simplesmente esqueci toda a raiva que eu estava sentindo, não que eu desconhecesse o poder da música, mas esse dia foi um dia que marcou, até liguei pra uma amiga pra contar na hora. Mas voltando ao assunto, quando eu ouço Beatles é muito louco, eles conseguem mexer com sentimentos e emoções diferentes a cada faixa, e justamente por causa disso fica muito difícil de saber qual é a música ou o álbum que eu mais gosto.
Eu adoro aquele rock´n roll genuíno do começo da carreira deles, músicas como “I Saw Her Standing There” do Please Please Me e “When I Get Home” do A Hard Day´s Night, por exemplo, são o que há de mais puro quando se trata de rock´n roll, nessa época tudo o que eles mais queriam era fazer música, ouvir os discos de Elvis, Roy Orbison, Carl Perkins e Chuck Berry já não era mais o suficiente. Mas ao mesmo tempo em que eu gosto dessa pureza que está presente nos primeiros álbuns, é impossível não gostar de obras de arte como as canções presentes no Sargent Pepper´s Lonely Hearts Club Band. As pessoas hoje em dia desconhecem as histórias por trás da música que aqueles, ainda muito jovens, garotos de Liverpool fizeram. O Sargent Pepper´s na época foi uma verdadeira revolução na indústria da música, as pretensões que eles tinham para este álbum em particular eram tão grandes, tão gigantescas, que beiravam a arrogância. Só não era arrogante porque eles de fato conseguiam atingir as metas que pretendiam. Reza a lenda que Brian Wilson, o líder dos Beach Boys, quando ouviu o álbum ficou depressivo e parou de gravar, teria ficado desmotivado pois achava que jamais iria ser capaz de criar algo tão genial quanto ao que o Beatles havia acabado de criar.
Eu gostaria de ficar aqui escrevendo pra sempre sobre os Beatles e as suas músicas, mas como daqui a pouco vou sair (e eu não gosto de começar um texto em um dia e terminar no outro) vou resumir um pouco a história. Bom, como eu disse há algumas linhas atrás, eu acho muito difícil escolher quais músicas ou quais álbuns eu gosto mais, já que o que torna esta banda criada às margens do Rio Mersey tão especial é o conjunto da obra, mas quando me perguntam e eu tenho que responder rapidamente, eu sempre digo que o álbum ou, para ser mais específico, o lado que eu mais gosto deles é o B do Abbey Road de 1969. Se você gosta de Beatles parabéns, se não gosta, deveria! Já to atrasado. Fui!!!

O lado B ou 2 (como queiram) e tão bom, que essa orquestra sinfônica dos EUA se reuniu para tocá-lo na íntegra!



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Sábado 23/10/2010

#NowPlaying – The Beatles – Yer Blues

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